sexta-feira, 21 de setembro de 2012
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Despedida de Solteiro - Versão de Latino para a música GANGNAM STYLE - Ccriticas de Latino no Tweetar.
Só pra ver q a maioria das pessoas ñ gostaram dessa versão...pois confesso q nem eu gostei,isso q ñ sou fã do Latino.....
Eu vi o clip do Gangnam Style-psy e gostei muito pois é muito engraçado como q o coreano dança......
Latino diz que vai processar blogueiro que criticou versão de webhit
A versão que o cantor Latino fez para o webhit “Gangnam Style “, do sul-coreano PSY, tem se revelado um sucesso de duas faces. Intitulada “Despedida de Solteiro “, a música do cantor brasileiro tem dividido a opinião do público e também da crítica.
De acordo com suas últimas publicações no Twitter, Latino relata ter recebido inúmeros convites para apresentar a música em programas de TV como “O Melhor do Brasil”, da Rede Record, que é um sinônimo de audiência. O cantor também informa sobre as satisfatórias estatísticas de rotação que a música vem conquistando nos meios de comunicação como o rádio e a internet. Os fãs do artista, inevitavelmente, aprovaram a canção.
Em contrapartida, o burburinho gerado pela versão de Latino tem lá os seus reflexos pouco proveitosos. A música, por exemplo, não conquistou a simpatia dos sul-coreanos e tampouco dos ocidentais apreciadores da cultura coreana. O cantor também não conseguiu a aprovação de pessoas como o blogueiro Cauê Moura, que indiscutivelmente possui público cativo na internet.
Na última segunda-feira (17), começou a circular na web a versão que Cauê fez para “Gangnam Style”. Na letra, o blogueiro tece críticas, inclusive com o uso de palavras de baixo calão, ao costume que o cantor tem de abrasileirar hits internacionais e também a alguns comportamentos do artista.
Como não poderia ser diferente, Latino não gostou da “homenagem” e emitiu seu sentimento sobre a situação. Através do Twitter, o artista disse que iria processar o blogueiro. A tuitada não consta mais no perfil do cantor, mas um print da mensagem foi reproduzido no blog humorístico Não Salvo, que manifestou apoio em defesa de Cauê.
O comediante Rafinha Bastos é outra personalidade que demonstrou apoio a Cauê. Através de seu perfil no microblog, Rafinha fez piada e também comentou sobre a questão de Latino querer processar Moura.
De acordo com o blog Sedentário & Hiperativo, algum fã de Latino tomou as dores de seu ídolo e fez uma versão, de “Gangnam Style”, como resposta a Cauê. Na letra, o blogueiro recebe críticas ofensivas ao seu estilo de vida.
Via Twitter, Latino informou que se afastará por um tempo da rede social e se dedicar aos trabalhos de divulgação de sua nova música. Cauê, por sua vez, afirmou que está trabalhando na composição da tréplica para a “homenagem” que recebeu.
DEPOIS QUER PROCESSAR......PÔ AGUENTE AS CRÍTICAS,POIS SE SÓ POR CAUSA DE CRÍTICAS É QUE SE DOEU TANTO.....
qUANTAS PESSOAS JA NÃO OUVIRAM CRÍTICAS?Só por ter recebido essa homenagem não tem que processar uma pessoa dessa por isso.......isso acaba provando o quanto as "pessoas que tem alta condição Financeira"pode levar mais créditos do que a gente que se esforça nas condições que passamos.Isso não é justo todos temos direitos....tanto eu como você!
É ISSO QUE TEMOS QUE FALAR A VERDADE,POIS NÃO GOASTEI DA SUA VERSÃO!Ninguém é obrigado a gostar!!!!!
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Aprendendo Coreano: Recortes do Cinema da Coreia do Sul - Rio de Janei...
Aprendendo Coreano: Recortes do Cinema da Coreia do Sul - Rio de Janei...: Um pouco atrasada, mas ainda está em tempo! Para os moradores da cidade maravilhosa (que ainda hei de ir novamente!), novidades! ...
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Modelo chinesa muda rosto para parecer com desenho japonês
Nos últimos dias, uma modelo chinesa está causando estranheza na web após postar suas fotos nas redes sociais. A blogueira Tina Leopard queria ficar bem parecida com personagens de anime (desenho animado japonês). Para conseguir o que parecia ser impossível,ela afinou o rosto por meio de cirurgias plásticas.
A fama da blogueira começou depois que suas fotos foram publicadas na rede social Sina Weibo, a versão chinesa do Twitter. As imagens inspiraram outros usuários a aderir ao 'look' bizarro. Apesar de ser matéria principal de vários sites de notícias pelo mundo, Tina nunca confirmou quais procedimentos cirúrgicos já fez, mas afirma que não realizou cirurgias no corpo, apenas no rosto.
Além de ter afinado o queixo, a modelo usa truques para aumentar os olhos e, constantemente, é comparada com aliens. Olha só:
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Mirai Nikki
Título: Mirai Nikki
Gênero: Ação, Mistério, Shounen, Sobrenatural, Psicologia
Ano de lançamento: 2011
Nª de episódios: 26
Ano de lançamento: 2011
Nª de episódios: 26
Episódios de Mirai Nikki anime online
Mirai Nikki - Episódio 01
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Mirai Nikki - Episódio 02
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Mirai Nikki - Episódio 03
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Mirai Nikki - Episódio 04
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Mirai Nikki - Episódio 05
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Mirai Nikki - Episódio 06
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Mirai Nikki - Episódio 07
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Mirai Nikki - Episódio 08
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Mirai Nikki - Episódio 09
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Mirai Nikki - Episódio 10
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Mirai Nikki - Episódio 11
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Mirai Nikki - Episódio 12
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Mirai Nikki - Episódio 20
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Mirai Nikki - Episódio 21
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Mirai Nikki - Episódio 22
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Mirai Nikki - Episódio 23
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Mirai Nikki - Episódio 24
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Mirai Nikki - Episódio 25
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Mirai Nikki - Episódio 26 - FINAL
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Cosplay
Cosplay
Cosplay (コスプレ Kosupure) é abreviação de costume play ou ainda costume roleplay (ambos do inglês) que podem traduzir-se por "representação de personagem a caráter", e tem sido utilizado no original, como neologismo, conquanto ainda não convalidado no léxico português, embora já conste doutras bases, para referir-se a atividade lúdica praticada principalmente (porém não exclusivamente) por jovens e que consiste em disfarçar-se ou fantasiar-se de algum personagem real ou ficcional, concreto ou abstrato, como, por exemplo, animes, mangás,comics, videojogos ou ainda de grupos musicais — acompanhado da tentativa de interpretá-los na medida do possível. Os participantes (ou jogadores) dessa atividade chamam-se, por isso,cosplayers.
História
Originalmente em 1939 durante a primeira Worldcon, na companhia de Myrtle R. Douglas. Ele criou a veste chamada "futurecostume", enquanto ela criou uma versão do vestido do filme de 1936 "Things to Come". Desde então, tornou-se uma prática anual nas Worldcon, com concursos e atrações próprias, e mais tarde estendendo-se aos fãs de fantasia e quadrinhos. Os primeiros cosplays de mangá/anime registrados são posteriores aos anos 70, nos EUA. O fenômeno do cosplay chegou ao Japão na década de 80 por meio de Nobuyuki Takahashi, que ficou surpreso com o costume ao visitar um Wordcon, que começou a incentivar a pratica no Japão pelas revistas de Ficção Científica. Tornou-se comum no Japão durante as Comic Markets do Japão (criadas em 1975), que se celebram em Odaiba (Tóquio), lugares de compra e venda de Dōjinshi. Esse evento prosseguiu desde então e se realiza regularmente. Lá, grupos de japoneses vestiam-se de seus personagens favoritos de mangás, animes, comics e videojogos. Assim pois, tal prática sempre tem sido muito relacionada com aqueles produtos. Contudo, com o passar do tempo, foi-se estendendo a outros domínios, em conceitos e culturas[3], ganhando foro internacional. Com a popularização do anime nos anos 90, o cosplay japones tornou-se popular no mundo todo, tratando-se de caracterizações de personagens existentes, enquanto que os primeiros cosplays (estadunidenses) estendiam-se principalmente à criação de personagens, não somente se prendendo aos pré existentes.
[editar]Caracterização
Cosplay é originariamente de personagens de quadrinhos, hoje em dia de desenhos, animes e mangás. São pessoas que se vestem do seus persongens predileto. Cosplay originariamente ligava-se a personagens de quadrinhos. Com o passar do tempo, contudo, foi-se tornando uma tradição e um hábito que se espalhou por todos os tipos de convenções, a envolver séries ou personagens, principalmente as de Jornada nas estrelas (Star Trek) e Guerra nas estrelas (Star Wars), no qual as pessoas fantasiadas tornaram-se atração principal, em concursos de fantasia e interpretações de cenas dos filmes ou episódios, o que permitia revelar talentos de nível profissional. Rapidamente se espalhou pelo mundo todo, chegando na Comiket, famosa convenção realizada há anos no Japão, onde o termo se popularizou e se espalhou especialmente em eventos e encontros de anime, mangá e videojogos, respectivamente as animações e mangás.
A palavra cosplay, como já foi dito, é uma espécie de abreviação para "costume play" (costume = roupa / traje / fantasia e play = atuar). Ou seja, o cosplayer se caracteriza como um personagem de algum livro, mangá, jogo ou filme que queira homenagear; representa a personalidade deste; e em alguns eventos pode até mesmo competir com outros cosplayers em concursos, embora o grande barato e diversão sejam a exposição e o contato social gerado dentro do ambiente. Para todos os cosplayers, fazer um cosplay não é simplesmente se vestir como o personagem, mas sim virar o personagem, ser ele, se tornar ele, viver como ele, odiar e gostar das mesmas coisas que o personagem, isso tudo enquanto o cosplayer ainda estiver caracterizado.
Caracteriza-se o cosplay pelo acrônimo inglês DIY (Do it yourself - faça você mesmo): o pretendente a cosplayer providencia os materiais para a confecção (alguns mandam determinadas peças a artesãos ou costureiras, ou fazem seus cosplays inteiramente em "Cosplay Stores" (lojas especializadas em confecção de cosplays), prepara os materiais de referência, monta a apresentação (caso haja), enfim, trabalha a interpretação, o figurino e às vezes até o cenário.
É uma atividade da qual podem participar e divertir-se crianças, adolescentes e adultos de todas as idades, sexo e condição social. Alguns cosplayers chegam a gastar entre R$ 100,00 (36 €) e R$ 1.000,00 (360 €), às vezes mais, em roupas e acessórios, e levam a coisa a sério. Um passatempo como outro qualquer, porém com a singularidade de permitir o participante tornar-se seu personagem favorito por um dia. Nas gerações Star Wars, equivaleria a se vestir como um Jedi ou um cowboy de Faroeste. Nisso reside o embrião da vertente teatral do cosplay: papéis são efetivamente representados, com significativa monta de carga artística.
Atualmente o mercado de cosplayers tem atraído empresas de todo mundo. Muitas delas estão criando lentes de contato e outros elementos para serem usados, tornando o personagem mais próximo do real. Os preços ainda estão altos, mas a tendência é que torne-se popular.
No início, os únicos cosplays eram de personagem de Star Wars (como os Stormtroopers); mas logo os animes e mangás foram tomando conta do público. Hoje, no Brasil, já se vêemcosplays de qualquer mídia, entre elas comics, filmes, livros e até personagens de Internet.
[editar]Cosplay no Brasil
Em convenções de jornada nas estrelas e RPG no final da década de 1980 já se encontravam fãs fantasiados de seus personagens favoritos. Todavia, tal caracterização não era ainda conhecida como cosplay, pois o termo, na época, ainda começava a se difundir no Japão. Demais, o ato de se fantasiar não era visto como um passatempo por seus praticantes, manifestando-se nas convenções apenas como um elemento de expressão dos fãs. No final da década de 1990, com a popularidade do anime Cavaleiros do Zodíaco, surgiram as primeiras convenções de anime e mangá no país, fazendo assim essa atividade ressurgir, então com nome e características próprias, e os concursos. No início, as caracterizações eram quase em sua totalidade de personagens de animação, quadrinhos ou jogos japoneses, mas ao longo dos anos outras mídias foram incorporadas pelos fãs, como quadrinhos americanos, filmes ou livros, como por exemplo, Harry Potter ou Piratas do Caribe.
Os sites "Arquivo Cosplay Brasil" e "Cosplay Party Br" foram alguns dos pioneiros a tratar do assunto no Brasil. Em 2002 ambos se uniram, formando o Cosplay Brasil, que reúne a maior comunidade brasileira de praticantes e simpatizantes do cosplay.
Anime Friends, organizado pela Yamato Comunicações e Eventos, é o maior concurso de cosplay do Brasil. Em 2007, mais de 1.200 concorrentes inscreveram-se em seis categorias. Anime Dreams, o segundo maior, com mais de 800 inscritos num só evento em 2007.
A Yamato Comunicações e Eventos organiza também o maior concurso de cosplay individual do Brasil, o YCC - Yamato Cosplay Cup. Ele é único que agrega competidores de todas as regiões do país. São 26 competidores selecionados que disputam a competição nacional em julho, destes os três primeiros colocados participam de uma etapa uma internacional em janeiro, que logo em sua primeira edição em 2008 teve seletivas no México, Chile, Argentina e Paraguai. Nestas seletivas em outros países participaram mais de 200 cosplayers interessados em competir na final realizada no Brasil. Nas seletivas nacionais, realizadas em aproximadamente 20 eventos, foram mais de dois mil competidores. A campeã da edição brasileira de 2007 foi Andressa Miyazaki, seguida por Simone Setti e Thaís Jussim.[4][5]
A Yamato organiza ainda o Circuito Cosplay, a mais tradicional competição de cosplay do país, que está atualmente em sua quinta edição. Em 2005, a vencedora foi Petra Leão; em 2006, Thaís Jussim; em 2007, Andressa Miyazaki; em 2008, Lucyana Reimão; em 2009, Kátia Costa; e em 2010 Marcos Teixeira.
A Editora JBC organiza o WCS Brasil que reúne 15 duplas de todo o país para competir para saber qual a melhor do país que vai representar-nos na final mundial que é realizada no Japão. Uma vaga é da dupla vencedora do ano anterior, treze são distribuídas por eventos parceiros e uma sai em uma repescagem. Em 2007, o evento teve média de 4 a 5 duplas inscritas por seletiva. Em 2006, os irmãos Mauricio Somenzari e Mônica Somenzari venceram tanto a etapa brasileira, quanto a japonesa da competição. Em 2007, Marcelo Fernandes e Thaís Jussim venceram no Brasil. Em 2008, Gabriel Niemietz e Jéssica Campos foram campeões na etapa brasileira e venceram também a etapa mundial. Em 2009, a dupla Geraldo Cecílio e Renan Aguiar venceu a etapa brasileira. Em 2010 a dupla Gabriel Niemietz e Kaoli foram campeões da etapa brasileira e segundo lugar no mundial.
[editar]Cosplay em Portugal
A primeira vez que se ouviu o termo cosplay em Portugal foi em 1997, quando alguns fãs da cultura japonesa decidiram caracterizar-se como suas personagens preferidas de anime, mangá e videogames e como os seus ídolos de j-music. Enquanto isso, o cosplay dava já largos passos pelo mundo fora arrastando consigo uma legião de fãs na América, Ásia e Europa. Desde 1997 até o presente, muita coisa mudou.
Os eventos de cosplay aumentaram. Já se realizam de norte a sul do país, enquanto, em 1997, apenas se realizava em Lisboa e apenas uma vez por ano. É visto por muitos pais como um passatempo saudável e enriquecedor, devido ao facto de os cosplayers terem de criar os seus próprios fatos, realizando, muitas vezes, verdadeiros atos de engenho e criatividade. O cosplay é visto pelos pais também como uma alternativa a outras formas de entretenimento dos filhos, como o computador e a televisão. Alguns críticos, porém, discordam de benefícios do cosplay e afirmam que é uma perda de tempo e dinheiro, sendo que muitos consideram o cosplay "coisa de crianças".
Por seu lado, os defensores do cosplay afirmam que este é hoje em dia mais do que um passatempo, considerando-o uma forma própria de arte, por meio da qual os artistas (cosplayers) podem expressar o seu afeto por determinados tipos de personagens, vestindo-se e agindo como elas por um dia. Argumentam ainda que o cosplay permite conhecer pessoas novas e criam novas amizades, considerando-o também como uma boa forma de os mais tímidos tornarem-se mais sociáveis, extrovertidos e confiantes em si mesmos. Tanto adultos como crianças podem participar pois não há limite de idades, ou seja, se pais e filhos fizerem cosplay, podem entreajudar-se, fortalecendo o laço existente entre ambos e estimulando a criatividade, por terem de pensar juntos sobre como irão fazer tal tipo de roupa ou acessório mais rebuscado, que ninguém ousa fazer. Mas, acima de tudo, o que dizem ser mais importante é a diversão, tanto na manufatura dos fatos como no seu uso, considerando-a a razão principal por se ver, cada vez mais, o grupo de cosplayers portugueses a aumentar de evento para evento.
Não só os pais se estão a aperceber das coisas boas que advêm de se fazer cosplay, incentivando os seus filhos a participar, como também outros menos jovens decidem juntar-se ao grupo devido a comentários que ouvem através dos seus colegas, amigos e até mesmo vizinhos. Alguns decidem primeiro acompanhar os seus amigos para verem como é, para saber se gostam ou não. Outros vão por iniciativa própria e até mesmo por curiosidade. Mas, no final, muitos são os que dizem entusiasmados que irão participar no próximo evento de cosplay.
Outros reclamam a criação de uma associação/comunidade para os cosplayers, onde se abordem temas como a localização dos eventos e os transportes; dúvidas, esclarecimentos e sugestões sobre os fatos que estão ou vão fazer, assim como o material (qualidade, preço, locais onde se encontram à venda), a criação de formas de irem todos juntos, dependendo da área onde moram e ainda coordenação de pedidos de apoio ás câmaras municipais; encontros (meets) e outros temas.
[editar]"Competição" x "Diversão"
Cosplayers de Bleach.
Apesar da atividade ser um hobby, como os ambientes para se fazer cosplay em geral envolvem concursos (e premiações que variam entre irrisórias e promissoras), muitoscosplayers acabam colocando como prioridade o espírito competitivo, disputa financeira ou mesmo um certo tipo de fama, em contraste com o cosplayer "pró-diversão", que tem como objetivo apenas a satisfação em vestir a roupa sem se importar especialmente com sua qualidade, fidelidade ao original ou atenção que obterá.
Conquanto possa haver predominância de uma, é claro que podem coexistir as duas modalidades. Contudo há quem diga que a competição faz parte, e o perfeccionismo é a chave para ser considerado um bom cosplayer.
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Teatro Cosplay
Essa modalidade de cosplay foi criada pela empresa Yamato Comunicações e Eventos para o evento Anime Friends 2003 e, de maneira prática, é o que o nome sugere: uma apresentação teatral envolvendo cosplayers. Existem grupos espalhados por todo o Brasil que se dedicam exclusivamente em promover espetáculos de "Teatro Cosplay", com a mera finalidade de entretenimento.
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